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Casal na cozinha de casa lendo um documento sobre a mesa.

INSS

Seu auxílio-doença foi negado ou cessado?

A perícia disse que você pode trabalhar — e o seu médico discorda.

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A negativa não encerra o assunto. Tenha a carta por perto — é o documento que mais adianta a conversa.

Falheiro Advogados · OAB/RJ 263.931 · Rio de Janeiro · atendimento online em todo o Brasil

Por que isso acontece com tanta gente

Seu médico e o perito do INSS respondem a perguntas diferentes.

O seu médico descreve a doença. O perito avalia se ela impede você de exercer o seu trabalho.

Um laudo que responde à primeira pergunta pode não responder à segunda.

Atenção

Guarde a carta de negativa.

É ela que traz o motivo da recusa e o prazo para recorrer — e o motivo define o caminho.

Será que esse caso pode ser o seu?

Encontre a sua situação.

  • Reprovada na períciaE sem entender o motivo escrito na carta.
  • Benefício cortadoSem que nada tivesse melhorado.
  • Alta cedo demaisA data acabou e você continua sem condições.
  • Tem laudos, mas negaramOs documentos descrevem a doença, não a limitação.
  • Não consegue marcar a períciaA fila trava antes da avaliação.
  • Voltou a trabalhar por necessidadeMesmo sem condições, porque não havia alternativa.

É o motivo escrito na carta que define o caminho — se o caso segue pelo recurso no INSS ou pela via judicial.

Se você se reconheceu em alguma dessas situações, comece contando o que aconteceu.

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Antes de você chamar

O que acontece quando você manda a mensagem

  1. Você conta o que aconteceu na perícia, com suas palavras.
  2. A gente lê a carta do INSS e diz qual foi o motivo real da recusa.
  3. Você recebe uma resposta sobre os caminhos possíveis — e sobre o que falta na sua documentação médica.

Você fala com advogada, não com atendente. Segunda a sexta, das 9h às 18h.

O histórico do tratamento pesa mais do que o atestado mais recente.

Atendimento

Como funciona

  1. Você entra em contatoConta o que aconteceu, com suas palavras.
  2. Lemos a carta de negativaO motivo da recusa define o caminho.
  3. Organizamos a prova médicaDo que descreve a doença ao que demonstra a limitação.
  4. Definimos o caminhoRecurso no INSS ou ação judicial.
  5. Acompanhamos o casoCom informação sobre o andamento.

Perguntas frequentes

O que meu médico precisa escrever no relatório?

Além do diagnóstico, precisa descrever a limitação: o que você deixou de conseguir fazer, desde quando, e por que isso impede o seu trabalho especificamente. É essa a pergunta que a perícia responde — e é ela que costuma ficar sem resposta.

Fui reprovada na perícia. Posso pedir de novo?

Pode. Mas repetir o mesmo pedido com a mesma documentação costuma repetir o mesmo resultado. O que muda o cenário é entender o motivo escrito na carta e corrigir o que faltou.

Meu benefício foi cortado. Isso é normal?

Acontece com frequência, principalmente quando a data de alta é definida na própria perícia. Existe caminho para pedir prorrogação ou questionar a cessação.

Qual a diferença entre auxílio-doença e aposentadoria por invalidez?

Hoje se chamam auxílio por incapacidade temporária e aposentadoria por incapacidade permanente. O primeiro é para quando há previsão de melhora; o segundo, para quando não há perspectiva de retorno ao trabalho. A escolha depende da avaliação, não do pedido.

Preciso parar de trabalhar para ter direito?

A avaliação é sobre a capacidade de exercer o seu trabalho. Quem voltou a trabalhar por necessidade deve mencionar isso — a situação é analisada e não descarta o pedido automaticamente.

Quais documentos devo separar?

A carta de negativa, laudos e relatórios médicos (quanto mais antigos, melhor), exames, receitas, comprovantes de tratamento continuado, extrato do CNIS e carteira de trabalho. Você não precisa ter tudo para começar a conversa.

Por que documentos antigos importam?

São eles que mostram há quanto tempo o problema existe e como evoluiu. Um atestado recente, sozinho, não conta essa história — e é justamente o que a perícia precisa ver.

Quanto tempo demora?

Varia conforme o caminho escolhido, a agência e a vara. O escritório explica as etapas e mantém você informada sobre o andamento — prometer prazo de resultado não seria honesto.

Recebeu a negativa e não entendeu o motivo?

O motivo está escrito na carta — e é ele que define o que fazer.

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Cada caso exige análise dos documentos médicos e do histórico.

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Atualizado em 06/08/2026 · Responsável pelo conteúdo: Dra. Luana Corrêa Falheiro — OAB/RJ 263.931

Base legal: Lei 8.213/1991 · Emenda Constitucional 103/2019 · regulamentação do INSS.

Conteúdo de caráter informativo. Não substitui a análise do seu caso.