INSS
Seu auxílio-doença foi negado ou cessado?
A perícia disse que você pode trabalhar — e o seu médico discorda.
A negativa não encerra o assunto. Tenha a carta por perto — é o documento que mais adianta a conversa.
Por que isso acontece com tanta gente
Seu médico e o perito do INSS respondem a perguntas diferentes.
O seu médico descreve a doença. O perito avalia se ela impede você de exercer o seu trabalho.
Um laudo que responde à primeira pergunta pode não responder à segunda.
Atenção
Guarde a carta de negativa.
É ela que traz o motivo da recusa e o prazo para recorrer — e o motivo define o caminho.
Será que esse caso pode ser o seu?
Encontre a sua situação.
- Reprovada na períciaE sem entender o motivo escrito na carta.
- Benefício cortadoSem que nada tivesse melhorado.
- Alta cedo demaisA data acabou e você continua sem condições.
- Tem laudos, mas negaramOs documentos descrevem a doença, não a limitação.
- Não consegue marcar a períciaA fila trava antes da avaliação.
- Voltou a trabalhar por necessidadeMesmo sem condições, porque não havia alternativa.
É o motivo escrito na carta que define o caminho — se o caso segue pelo recurso no INSS ou pela via judicial.
Se você se reconheceu em alguma dessas situações, comece contando o que aconteceu.
Falar pelo WhatsAppAntes de você chamar
O que acontece quando você manda a mensagem
- Você conta o que aconteceu na perícia, com suas palavras.
- A gente lê a carta do INSS e diz qual foi o motivo real da recusa.
- Você recebe uma resposta sobre os caminhos possíveis — e sobre o que falta na sua documentação médica.
Você fala com advogada, não com atendente. Segunda a sexta, das 9h às 18h.
O histórico do tratamento pesa mais do que o atestado mais recente.
Atendimento
Como funciona
- Você entra em contatoConta o que aconteceu, com suas palavras.
- Lemos a carta de negativaO motivo da recusa define o caminho.
- Organizamos a prova médicaDo que descreve a doença ao que demonstra a limitação.
- Definimos o caminhoRecurso no INSS ou ação judicial.
- Acompanhamos o casoCom informação sobre o andamento.
Perguntas frequentes
O que meu médico precisa escrever no relatório?
Além do diagnóstico, precisa descrever a limitação: o que você deixou de conseguir fazer, desde quando, e por que isso impede o seu trabalho especificamente. É essa a pergunta que a perícia responde — e é ela que costuma ficar sem resposta.
Fui reprovada na perícia. Posso pedir de novo?
Pode. Mas repetir o mesmo pedido com a mesma documentação costuma repetir o mesmo resultado. O que muda o cenário é entender o motivo escrito na carta e corrigir o que faltou.
Meu benefício foi cortado. Isso é normal?
Acontece com frequência, principalmente quando a data de alta é definida na própria perícia. Existe caminho para pedir prorrogação ou questionar a cessação.
Qual a diferença entre auxílio-doença e aposentadoria por invalidez?
Hoje se chamam auxílio por incapacidade temporária e aposentadoria por incapacidade permanente. O primeiro é para quando há previsão de melhora; o segundo, para quando não há perspectiva de retorno ao trabalho. A escolha depende da avaliação, não do pedido.
Preciso parar de trabalhar para ter direito?
A avaliação é sobre a capacidade de exercer o seu trabalho. Quem voltou a trabalhar por necessidade deve mencionar isso — a situação é analisada e não descarta o pedido automaticamente.
Quais documentos devo separar?
A carta de negativa, laudos e relatórios médicos (quanto mais antigos, melhor), exames, receitas, comprovantes de tratamento continuado, extrato do CNIS e carteira de trabalho. Você não precisa ter tudo para começar a conversa.
Por que documentos antigos importam?
São eles que mostram há quanto tempo o problema existe e como evoluiu. Um atestado recente, sozinho, não conta essa história — e é justamente o que a perícia precisa ver.
Quanto tempo demora?
Varia conforme o caminho escolhido, a agência e a vara. O escritório explica as etapas e mantém você informada sobre o andamento — prometer prazo de resultado não seria honesto.
Também atendemos
Outras situações em que podemos ajudar
Recebeu a negativa e não entendeu o motivo?
O motivo está escrito na carta — e é ele que define o que fazer.
Cada caso exige análise dos documentos médicos e do histórico.
Atualizado em 06/08/2026 · Responsável pelo conteúdo: Dra. Luana Corrêa Falheiro — OAB/RJ 263.931
Base legal: Lei 8.213/1991 · Emenda Constitucional 103/2019 · regulamentação do INSS.
Conteúdo de caráter informativo. Não substitui a análise do seu caso.