Por que ninguém consegue te dar uma resposta simples
A reforma de 2019 não criou uma regra. Criou várias.
Duas pessoas com o mesmo tempo de contribuição podem se aposentar em anos diferentes — e por valores diferentes.
E há uma coisa que quase ninguém confere: o que o INSS registrou não é necessariamente o que você trabalhou.
Planejar antes × descobrir depois
Quem pede sem analisar
- Descobre o valor quando o benefício já foi concedido
- Perde períodos que não estavam registrados
- Pede na regra que estava disponível, não na melhor
- Fica com um valor menor pelo resto da vida
Quem analisa antes
- Sabe a data em que cumpre cada regra
- Corrige o histórico enquanto ainda dá tempo
- Escolhe o melhor momento para pedir
- Decide com número na mão, não por intuição
Benefício concedido é difícil de mudar depois. É por isso que a ordem importa: analisar primeiro, pedir depois.
O que você recebe
- Em quais regras você se enquadra hoje, com a data de cada uma
- Quanto falta para cada cenário, e o que muda se continuar contribuindo
- O que está faltando no seu histórico e o que dá para corrigir
- Como cada escolha afeta o valor do benefício
- O que fazer e em que ordem
Não é simulação de site. É a leitura do seu caso, por escrito.
Será que esse caso pode ser o seu?
- Está a menos de cinco anos de se aposentarE quer saber onde está antes de pedir.
- Contribui por conta própriaE não sabe se está contribuindo do jeito certo.
- Trabalhou com ruído, calor ou produto químicoEsse tempo pode contar diferente.
- Teve períodos sem contribuirE não sabe o efeito disso.
- Trabalhou na roça ou teve vínculo antigo sem registroPode faltar tempo no seu extrato.
- Pretende pedir nos próximos mesesÉ a hora de conferir, não depois.
Se você se reconheceu em alguma dessas situações, comece contando há quanto tempo contribui.
Falar pelo WhatsAppAntes de você chamar
O que acontece quando você manda a mensagem
- Você conta há quanto tempo contribui e o que já tentou descobrir.
- A gente pede o seu extrato do INSS e os documentos de trabalho que você tiver.
- Você recebe o escopo do estudo e o prazo — e aprova antes de qualquer coisa começar.
Você fala com advogada, não com atendente. Segunda a sexta, das 9h às 18h.
Perguntas frequentes
Isso é um processo?
Não. É um trabalho de análise: você recebe um estudo por escrito com os cenários possíveis. Se depois for o caso de entrar com um pedido, isso é decidido com a informação na mão.
Como vocês sabem o que eu contribuí?
Pelo seu extrato no INSS, que se chama CNIS — a lista do que o INSS reconhece. Você mesma consulta gratuitamente pelo aplicativo Meu INSS, e é dali que a análise começa.
E se faltar tempo no meu extrato?
É comum. Vínculo antigo, trabalho rural, período com exposição a agentes nocivos e contribuição em atraso costumam não aparecer. Parte do trabalho é justamente identificar o que falta e o que dá para comprovar.
Vale a pena se eu ainda estou longe da idade?
Quanto mais cedo, mais escolhas restam. Corrigir um histórico faltando dez anos é mais fácil do que faltando dez meses.
Continuar contribuindo aumenta meu benefício?
Pode aumentar, manter ou fazer pouca diferença, dependendo do seu histórico e da regra aplicável. É uma das perguntas que o estudo responde com número, não com achismo.
Quanto tempo leva?
Depende do volume de documentos e de quanto do histórico precisa ser reconstruído. O prazo é informado antes de começar.
Também atendemos
Outras situações em que podemos ajudar
Aposentadoria negada
O INSS indeferiu o pedido ou concedeu por valor menor.
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É exatamente isso que o estudo responde.
Atualizado em 06/08/2026 · Responsável pelo conteúdo: Dra. Luana Corrêa Falheiro — OAB/RJ 263.931
Base legal: Lei 8.213/1991 · Emenda Constitucional 103/2019 e regras de transição.
Conteúdo de caráter informativo. Não substitui a análise do seu caso.